Na busca de penteabilidade e com aparência natural dos cabelos crespos a solução que temos indicado para nossos clientes é o permanente afro, que foi sucesso absoluto nos anos 80 e agora está voltando com toda força. Hoje em nosso salão a procura por permanente afro tem sido muito maior do que dos alisamentos. Podemos acreditar que é um grande indício que nossa beleza negra estar cada vez ocupando seu espaço, entrando pela porta da frente sem precisar se esconder. Viva os crespos!
IPORINCHÊ, é uma forma aportuguesada da aglutinação de três expressões africanas que são: “IPO” = lugar, “ORI” = cabeça, e N’SE “= fazer. Significa LUGAR DE FAZER CABECA. Segundo a tradição africana, o “ORI” refere a sede do conhecimento e do espírito e a proposta no IPORINCHÊ é elevar a auto-estima através da valorização da beleza estética e cultural da etnia negra.
Endereço:
Rua General Roca, 913, sala 706 - Tijuca - Rio de Janeiro/Brasil - Telefones: (021) 2572-2850 /3511-2516 (021)98585-7870 - 99392-9257
email: iporinche@gmail.com página: www.iporinche.com.br
VIVA OS CACHOS: PERMANENTE AFRO - RETORNO COM FORÇA TOTAL.
Na busca de penteabilidade e com aparência natural dos cabelos crespos a solução que temos indicado para nossos clientes é o permanente afro, que foi sucesso absoluto nos anos 80 e agora está voltando com toda força. Hoje em nosso salão a procura por permanente afro tem sido muito maior do que dos alisamentos. Podemos acreditar que é um grande indício que nossa beleza negra estar cada vez ocupando seu espaço, entrando pela porta da frente sem precisar se esconder. Viva os crespos!
CABELO AFRO : SÓ É DURO PARA QUEM NÃO O CONHECE.
Embora química e biologicamente não
existam diferenças significativas entre os tipos de cabelos mongolóides, de
origem asiática; caucasianos, de origem européia; e negróides, originados da
África, existem algumas características importantes do cabelo tipo negroide em
relação aos outros tipos, que o tornam o mais sensível entre os três, ao contrário
do que muitas pessoas pensam. E para desmistificar essa crença de que o cabelo
afro é ”cabelo duro” cito abaixo alguns aspectos importantes dele em relação ao
mongolóide e ao caucasiano:
Número de cúticula – As cúticulas dos cabelos mongolóide
e caucasiano variam de 6 a 10 camadas
uniformes em toda a haste capilar. Os cabelos afros excessivamente cacheados são de espessura variável, entre 6 a 8 camadas no maior eixo da fibra e
reduzindo para 1 ou 2 camadas no final do menor eixo, formando pontos de
fragilidade. Isto afeta não só as características físicas do fio do
cabelo, mas também a resistência mecânica e as propriedades de superfície e,
ainda, a reatividade a agentes químicos. Tal ocorre porque nas regiões de fragilidade
podem haver uma maior penetração das substâncias e, conseqüentemente, uma maior
danificação quando expostos a agentes químicos,
principalmente os agentes muito alcalinos ou muito ácidos.
Teor de umidade dos cabelos
afros - Menor conteúdo de água em
relação aos outros dois tipos, o que contribui para uma maior fragilidade da
haste.
Tração - cabelos excessivamente
cacheados indicam ter valores mais baixos de tensão nos
pontos de ruptura. Quando comparados aos outros tipos quebram com mais
facilidade.
Hidratação natural - Devido
à forma espiralada dos cabelos
negróides, a secreção das glândulas sebáceas, fator que ajuda a manter a saúde
dos fios contra as agressões físicas, químicas e ambientais, têm dificuldade de
se estender por todo o eixo do cabelo, impossibilitando a hidratação
natural. A falta dessa hidratação o
torna seco, sem brilho e quebradiço.
Brilho -
No cabelo negróide, embora a cutícula esteja íntegra, a irregularidade da
superfície do cabelo dá a esse tipo uma aparência opaca, pois não permite a
reflexão da luz. O brilho no cabelo
negróide se evidencia quando é transformada sua forma física. Desse modo, não se pode avaliar a condição de
saúde dos fios do tipo negroide apenas pela propriedade do brilho.
Diante dessas
especificidades citadas do cabelo afro, nunca
deveria ser chamado de “cabelo duro”
mais sim cabelo sensível, pois o essa é
a qualidade real desse tipo de cabelo.
Cássia Marinho
Histórias de Jilú
Histórias de Jilú
Peça aborda cultura africana
O espetáculo é baseado no
conto inédito do antropólogo José Pessoa de Barros. Voltada para o
público infanto-juvenil, a peça aborda de forma lúdica a história das
lendas dos orixás. Inspirada nos contadores de histórias, a personagem
Jilú (Ana Carbatti) é um griô, o responsável pela transmissão do
conhecimento e da cultura por meio da palavra, segundo a tradição
africana. Ela narra a saga da chegada dos deuses africanos ao Brasil.
O espetáculo tem direção de Renato
Carrera e se passa em um quintal em torno da árvore sagrada Iroko.
Dentro da cultura afro-brasileira acredita-se que esta árvore foi a
primeira que surgiu no mundo e é considerada o símbolo da preservação
ecológica. Outros três atores completam o elenco, que apresenta
narrativas envolvendo figuras como Ogum - deus da guerra, do ferro e do
fogo - e Oxóssi - deus da caça, divindade da fartura e riqueza.
Histórias de Jilú
Teatro Glauce Rocha
Tel.: (21) 2220-0259
Sábado e domingo, às 15h
Espetáculo recomendado para todas as idades
Em cartaz até 29/07/2012
fonte: globo.teatro
LIVRO: CHICO JUBA
Chico Juba
Autor: Gustavo Gaivota
Ilustrador: Rubem Filho
O Chico é corajoso feito um leão e tem a imaginação do tamanho de sua juba! Ele é um grande inventor de xampus que pretende solucionar as incríveis reviravoltas de suas mechas. Essa não é uma tarefa fácil e Chico não poupará nenhuma de suas mirabolantes receitas. Seus esforços o levarão a incrível descoberta de que podemos brilhar sendo quem somos: o segredo é cuidar das raízes.
Livraria Kitabu
Rua Joaquim Silva, 17 Lapa - Rio de Janeiro
Telefone ( 21) 2252-0533
Autor: Gustavo Gaivota
Ilustrador: Rubem Filho
O Chico é corajoso feito um leão e tem a imaginação do tamanho de sua juba! Ele é um grande inventor de xampus que pretende solucionar as incríveis reviravoltas de suas mechas. Essa não é uma tarefa fácil e Chico não poupará nenhuma de suas mirabolantes receitas. Seus esforços o levarão a incrível descoberta de que podemos brilhar sendo quem somos: o segredo é cuidar das raízes.
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Livro - Cabelo ruim? A História de Três Meninas Aprendendo a se Aceitar
Matrizes do Samba no Rio de Janeiro
Lindo presente que me foi compartilhado. E faço o mesmo.
Documentário produzido pelo IPHAN (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional)
Fonte: youtube em 19.03.2012
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