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Matrizes do Samba no Rio de Janeiro



            Lindo presente que me foi compartilhado. E faço o mesmo.





Documentário produzido pelo IPHAN (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional)



Fonte: youtube em 19.03.2012

CABEÇAS E PENTEADOS AFRICANOS


"Livres são as cabeças e os penteados africanos. Essa afirmação se fundamenta na rica experiência das muitas culturas e povos que habitam a África, um continente de grandes contrastes sociais e geográficos, que reúne o deserto do Saara, as florestas tropicais do Congo, as costas do Atlântico e do Índico.
Livre é a arte de tratar os cabelos:Trançados, untados de óleos e gorduras; com pigmentos que vão do barro ao azul índigo; adornados de búzios, penas, fibras, tecidos, ouro, contas de coral, marfim, âmbar, vidro, material reciclado, plásticos, metais, pepel de tudo o mais que, incluído no penteado, manifesta expressão e desejo de experimentar e revelar o belo, que é antes de tudo identidade."
fonte: Livro Cabelos de Axé



SEXTA EDIÇÃO DO PRÊMIO CAMÉLIA DA LIBERDADE




 O Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP) promoverá a sexta edição do Prêmio Camélia da Liberdade, no dia 16 de novembro, no Vivo Rio, a partir das 20h30. Este ano, o tema da festividade honra as mulheres negras do Brasil. Com patrocínio da Petrobras, todos os anos, o CEAP reconhece instituições de ensino, empresas, profissionais da imprensa, líderes religiosos e personalidades que promovem a integração do negro na sociedade, a fim de estimular Ações Afirmativas. A comemoração contará com participações especiais de Elza Soares e Luiz Melodia, e é um evento fechado.O Prêmio Camélia é mais uma das ações desenvolvidas pelo Centro de Articulação de Populações Marginalizadas. A intenção é fazer com que a sociedade reconheça a importância da implementação da Lei 10.639/03 (que institui os ensinos das histórias da África e da Cultura Afro-brasileira nas escolas). Sendo assim, realiza, também, o Concurso de Redação Camélia da Liberdade e é entidade-membro da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR).


De acordo com o secretário executivo do CEAP, Luiz Carlos Semog, o Prêmio Camélia da Liberdade ganha importância e grandeza a cada ano. “É uma das poucas iniciativas no País que reconhece, politicamente, instituições e pessoas, cujas práticas de Ações Afirmativas se caracterizam como exemplares no processo de inclusão social de negros”.

Fonte: Articulando Educadores

Exposição Fotográfica " Mulher Negra Mulher" em Brasília - 8 a 26 Novembro de 2011


Acontecerá na Capital da República!

Exposição Fotográfica " Mulher Negra Mulher" , em Brasília,  de  8 a 26 Novembro de 2011

Flávio Rocha e Ernane Pinho são, respectivamente, conceptor e  fotógrafo da Exposição "Mulher Negra Mulher". Tive a honra de ter sido contemplada nessa exposição,  como uma entre muitas representantes, que têm  por interesse comum a militância pela  valorização da auto-estima de sua etnia.
Cássia Marinho



JONGUEIRA TIA MARIA DO JONGO RECEBE MEDALHA DE TIRADENTES




Uma das mais conhecidas jongueiras do Morro da Serrinha, Maria de Lourdes Mendes, conhecida como Tia Maria, foi homenageada, na última terça-feira 26 de julho, com a Medalha Tiradentes da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). A comenda foi concedida pelo presidente da Comissão de Cultura da Casa, deputado Robson Leite (PT). A cerimônia foi realizada no Palácio Capanema, sede do Ministério da Cultura no Rio, durante audiência pública do colegiado. Para Leite, é preciso que essa manifestação cultural seja valorizada, como uma forma de resgatar as raízes da cultura popular.
"O jongo está ativamente presente na vida de inúmeras comunidades do Sudeste brasileiro e não pode ser ignorado. Os jongueiros necessitam de uma política pública que vá ao seu encontro, e homenagens como essas lhes dão oportunidade de voz e espaço", declarou o petista, autor de um projeto de lei que institui o dia 26 de julho como o Dia Estadual do Jongo. "Esse seria um dia para encontros, celebrações e debates sobre ações que promovam o seu reconhecimento no Estado do Rio", completou.
Aos 90 anos, Tia Maria conta que já participava das rodas de jongo desde criança. "Dançávamos escondidos de nossos pais, após as missas e festas dos santos. Sinto-me honrada em receber a homenagem e a dedico a todos os mestres e futuros jongueiros da minha comunidade", celebrou.
Segundo Délcio Bernardo, representante das comunidades jongueiras da Costa Verde, o jongo é também um aliado contra o preconceito. "Através das rodas e festas abrimos um canal de diálogo com a sociedade para combater o racismo e preconceitos ligados à religião. O jongo não é um culto, apenas uma celebração à vida e aos nossos antepassados", afirmou, para quem a criação do Dia Estadual do Jongo seria mais uma vitória, já que em 2005 a manifestação foi reconhecida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como Patrimônio Cultural do Brasil.
O que é o jongo
Também conhecido como caxambu e tambu, o jongo é uma forma de expressão que integra percussão de tambores, canto e dança. Característico da região Sudeste do País, era praticado pelos trabalhadores escravizados de origem banto, nas lavouras de café e cana-de-açúcar. Como forma de resistência à dominação colonial, eles e seus descendentes mantiveram e transmitiram às novas gerações os saberes, práticas e valores contidos na manifestação.

FONTE: JUSBRASIL acesso em 27.07

SOU NEGRA SIM!


25 DE JULHO -  DIA INTERNACIONAL DA MULHER NEGRA LATINO-AMERICANA E    CARIBENHA
Parabéns para mim, para você, para nós!! Mulheres Negras Sim!!!