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Rua General Roca, 913, sala 706 - Tijuca - Rio de Janeiro/Brasil - Telefones: (021) 2572-2850 /3511-2516 (021)98585-7870 - 99392-9257
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IPORINCHÊ DE CARA NOVA - SEJAM BEM-VINDOS

Estamos super felizes com os nossos novos espaços novinhos em folha,  para receber nossos clientes com o atendimento personalizado, respeito, verdade e afetividade.  Estamos localizado na Rua General Roca, 913 loja 10 e sala 706 - Tijuca, pertinho do metrô da Praça Sans Pena
. Podem entrar a casa é sua. IPORINCHÊ É O SALÃO AFRO PARA VOCÊ CHAMAR DE SEU!



VIVA OS CACHOS: PERMANENTE AFRO - RETORNO COM FORÇA TOTAL.


Na busca de penteabilidade e com aparência natural dos cabelos crespos a solução que temos indicado para nossos clientes é o permanente afro,  que foi sucesso absoluto nos anos 80 e agora está voltando com toda força. Hoje em nosso salão a procura por permanente afro tem sido muito maior do que dos alisamentos. Podemos acreditar que é  um grande indício que nossa beleza negra estar cada vez ocupando seu espaço, entrando pela porta da frente sem precisar se esconder. Viva os crespos!







































CABELO AFRO : SÓ É DURO PARA QUEM NÃO O CONHECE.



Embora química e biologicamente não existam diferenças significativas entre os tipos de cabelos mongolóides, de origem asiática; caucasianos, de origem européia; e negróides, originados da África, existem algumas características importantes do cabelo tipo negroide em relação aos outros tipos, que o tornam o mais sensível entre os três, ao contrário do que muitas pessoas pensam. E para desmistificar essa crença de que o cabelo afro é ”cabelo duro” cito abaixo alguns aspectos importantes dele em relação ao mongolóide e ao caucasiano:
Número de cúticula – As cúticulas dos cabelos mongolóide e caucasiano variam de 6 a  10 camadas uniformes em toda a haste capilar. Os cabelos afros excessivamente cacheados são de espessura variável, entre 6 a 8 camadas no maior eixo da fibra e reduzindo para 1 ou 2 camadas no final do menor eixo, formando pontos de fragilidade. Isto afeta não só as características físicas do fio do cabelo, mas também a resistência mecânica e as propriedades de superfície e, ainda, a reatividade a agentes químicos.  Tal ocorre porque nas regiões de fragilidade podem haver uma maior penetração das substâncias e, conseqüentemente, uma maior danificação quando expostos a agentes químicos, principalmente os agentes muito alcalinos ou muito ácidos.
Teor de umidade dos cabelos afros - Menor conteúdo de água em relação aos outros dois tipos, o que contribui para uma maior fragilidade da haste.
Tração - cabelos excessivamente cacheados indicam ter valores mais baixos de tensão nos pontos  de ruptura. Quando comparados aos outros tipos quebram com mais facilidade.
Hidratação natural - Devido à forma espiralada dos cabelos negróides, a secreção das glândulas sebáceas, fator que ajuda a manter a saúde dos fios contra as agressões físicas, químicas e ambientais, têm dificuldade de se estender por todo o eixo do cabelo, impossibilitando a hidratação natural.  A falta dessa hidratação o torna seco, sem brilho e quebradiço.
 Brilho - No cabelo negróide, embora a cutícula esteja íntegra, a irregularidade da superfície do cabelo dá a esse tipo uma aparência opaca, pois não permite a reflexão da luz.  O brilho no cabelo negróide se evidencia quando é transformada sua forma física.  Desse modo, não se pode avaliar a condição de saúde dos fios do tipo negroide apenas pela propriedade do brilho.

Diante dessas especificidades citadas do cabelo afro,  nunca deveria ser  chamado de “cabelo duro” mais sim  cabelo sensível, pois o essa é a qualidade real desse tipo de cabelo.

Cássia Marinho

Histórias de Jilú

Histórias de Jilú

Peça aborda cultura africana

O espetáculo é baseado no conto inédito do antropólogo José Pessoa de Barros. Voltada para o público infanto-juvenil, a peça aborda de forma lúdica a história das lendas dos orixás. Inspirada nos contadores de histórias, a personagem Jilú (Ana Carbatti) é um griô, o responsável pela transmissão do conhecimento e da cultura por meio da palavra, segundo a tradição africana. Ela narra a saga da chegada dos deuses africanos ao Brasil.
O espetáculo tem direção de Renato Carrera e se passa em um quintal em torno da árvore sagrada Iroko. Dentro da cultura afro-brasileira acredita-se que esta árvore foi a primeira que surgiu no mundo e é considerada o símbolo da preservação ecológica. Outros três atores completam o elenco, que apresenta narrativas envolvendo figuras como Ogum - deus da guerra, do ferro e do fogo - e Oxóssi - deus da caça, divindade da fartura e riqueza.
Histórias de Jilú
Teatro Glauce Rocha
Tel.: (21) 2220-0259
Sábado e domingo, às 15h
Espetáculo recomendado para todas as idades
Em cartaz até 29/07/2012
fonte: globo.teatro

MULHER NEGRA MOSTRE SUA CARA - Poesia, Música e Seminário


Estendemos aos leitores do IPORINCHÊ o convite honrosamente recebido pela Escritora e Poetisa Ana Cruz para participar do evento abaixo:


LIVRO: CHICO JUBA

Chico Juba
Autor: Gustavo Gaivota
Ilustrador: Rubem Filho

O Chico é corajoso feito um leão e tem a imaginação do tamanho de sua juba! Ele é um grande inventor de xampus que pretende solucionar as incríveis reviravoltas de suas mechas. Essa não é uma tarefa fácil e Chico não poupará nenhuma de suas mirabolantes receitas. Seus esforços o levarão a incrível descoberta de que podemos brilhar sendo quem somos: o segredo é cuidar das raízes.


Livraria Kitabu
Rua Joaquim Silva, 17 Lapa - Rio de Janeiro
Telefone ( 21) 2252-0533

Livro - Cabelo ruim? A História de Três Meninas Aprendendo a se Aceitar


Fonte: Amigos do Livro - O Portal do Livro do Brasil em 10.04.2012